Você está naquela fase em que tem medo de fazer suas tarefas diárias ou ainda mais, o futuro te assusta?

Você já deu o primeiro passo ao reconhecer que está com medo, então agora está em condições de continuar o caminho para dominá-lo e por que não, aproveitar o medo a seu favor para tirar o melhor de você.

Agora proponho estes passos para alcançar o acima exposto, alguns baseados em minha própria experiência como Bombeiro profissional e como profissional de saúde mental.

1.- O medo é a parte do mecanismo de preservação dos seres vivos que nos ajuda a evitar situações que nos colocam em risco, o medo é normalmente o resultado da experiência, embora muitas vezes venha de aspectos aprendidos ou herdados de nós. O medo diante das situações atuais é útil para evitá-las, modificá-las ou resolvê-las, mas também pode nos levar à paralisia com o risco de perder oportunidades, deixando a situação nos dominar ou nos isolar.

Reconhecer esse processo nos ajudará a perceber que ele faz parte do nosso ser e que tem uma função que, dependendo de como o enfrentamos, é um aliado ou um inimigo.

2.- O medo é controlável. Quando fazemos uma análise da situação que nos assusta para encontrar a origem, o alcance das consequências, as probabilidades de que os desvios apareçam e as prioridades de ação, evitamos que o medo nos paralise e entraremos no estágio de controle. a situação com a qual o medo entra em um estágio de impacto mínimo e mais como um alarme em antecipação.

3.- O medo também pode ter um aspecto imaginário.

Todos os seres vivos, em diferentes graus, têm a capacidade de imaginar cenários futuros, situações ameaçadoras derivadas da capacidade de interpretar sons e visões completas, bem como no caso de nós humanos receber informações que tentam ser preditivas. Portanto, você deve identificar se a situação que lhe é apresentada possui uma das seguintes dimensões:
Probabilidade de sua presença e cumprimento
Possibilidade de sua presença e conformidade

4.- Se a situação acima for real, então você deve determinar mais três variáveis ​​para poder traçar um plano que lhe permita agir ou desistir, já que a terceira opção – Paralisia – nunca é aceitável, com o mínimo possíveis danos. :
Gravidade
Tempo de conformidade
Duração (tempo estimado do início ao fim)

5.- O medo pode tornar-se constante se optarmos pela paralisia como mecanismo de defesa padrão. Para o qual é útil o seguinte exemplo: Uma pessoa optou por não enfrentar situações problemáticas, trabalhou em uma empresa evitando cargos de responsabilidade, não participou de esportes de contato ou atividades de risco como natação, mergulho, escalada, ciclismo e afins. Assim, desenvolveu medo de quase qualquer situação que estivesse fora da rotina, o que o levou a sofrer angústias sociais, reduzir substancialmente as atividades familiares, sociais e profissionais.

Esta situação não é motivo para criticar nem para fazer julgamentos, o contexto familiar, socioeconómico e ambiental deu origem uma vez que estabelecemos sessões de chat a sessões de coaching para oferecer soluções em vez de chegar a um diagnóstico e apontar os culpados.

  1. Se você quiser saber mais sobre o tema ou conversar comigo, estou aqui para ajudar em https://harmoniadesenvolta.com/marcacao, podemos tomar um café no meu consultório ou pela internet e conversar por cerca de 30 minutos sobre este ou qualquer outro tema dentro da saúde mental gratuita é claro.